domingo, 15 de novembro de 2015

Paris. Terroristas. Bárbaros. Beirute. Iraque. Síria. A espécie "humana"...

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De quando em quando abro o editor de texto do Blogger para escrever um post, carrego uma imagem, e penso em escrever sobre algum tema da actualidade ou sobre qualquer coisa sobre que tenho pensado. Mas acabo por não escrever nada, e as imagens ficam guardadas nos rascunhos. Tenho imensos posts que nunca chegaram a ser escritos. O mais certo é não se ter perdido nada. 

Provavelmente, dependendo do vosso ecrã de computador, se - quem estiver aqui, por frequência, hábito, ou acaso - se estiverem a ver esta imagem de frente apenas verão duas guitarras. Agora experimentem inclinar-se para trás - ou ao ecrã, se estiverem num PC em que possam incliná-lo. Engraçado, não é? Nem tudo é o que parece, é isso. 

Pensei em escrever sobre os atentados terroristas, em Paris, em Beirute, em toda a Síria, no Iraque... Eu sei lá mais onde. Mas que há para dizer quando sabemos que nada que digamos vai trazer as vítimas de volta, aplacar a dor daqueles que perderam entes queridos, ou fazer com que mudem de ideias estas bárbaras bestas que temos como companheiros de espécie. Perante predadores não podemos ser complacentes, de maneira nenhuma. Isto tem que ser combatido, urgentemente, de todas as maneiras possíveis. Porém, quantos interesses ocultos, sentados em respeitáveis e confortáveis poltronas, alimentam estes indivíduos para os quais tenho dificuldade em encontrar um termo que os defina? Temos, a sociedade ocidental, que encontrar maneira de combater - e eliminar, que para predadores é esta a palavra que tem que ser utilizada; diria mais: dizimar - os bárbaros: os terroristas, e os que vivem disfarçados (camuflados, como camaleões) entre nós, alimentando estas bestas. 

Não sei bem o que tencionava escrever quando abri o editor do blogger. Mas foi isto que saiu. Vão passando. E sejam felizes, na medida do possível.

Post-Scriptum: todos os meus familiares, amigos, e conhecidos, na zona de Paris e arredores, estão a salvo. Por agora.

2 comentários :

  1. No que toca a maior parte da vida humana, infelizmente, pouco - ou nada - é o que parece.

    Não se preocupe, toda a gente é assim, por vezes pensamos escrever uma coisa e sai outra.

    A maldade humana pode ser incomensurável. É o que me intriga. Onde é que essa gente que não merece tal nome, coloca a dose de bondade que lhe coube, o respeito pelo outro...não se nasce monstro sem escrúpulos.

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    1. Há duas coisas que não consigo, de todo, compreender nestes indivíduos: qual o objectivo deles, afinal, uma vez que destroem tudo à passagem? E em segundo lugar: que acreditem na vida depois da morte, e em paraísos, pronto(s)!, ok... Agora, 72 virgens?!?

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