terça-feira, 30 de setembro de 2014

Ello says "Goodbye" to Orkut. Ello Invitation Code.

Ello, Ello Invitation Code, Social Network, New Social Network

No dia em que o Orkut saiu do ar (fui lá despedir-me; a esta hora não dá mais para entrar) consegui entrar para a nova rede social Ello, que anda nas bocas do mundo. Ainda é muito cedo para saber se vai destronar o facebook. Quem me quiser encontrar por lá, pode visitar-me aqui: https://ello.co/andrebenjamim (esgotei os meus cinco convites, portanto não me peçam, que de momento não disponho de nenhum...)

Podem encontrar links para diversas fontes de códigos, totalmente gratuitos, aqui: ello invitation code. Não precisam de comprar no e-bay...

#CarregaBenfica!

Carrega Benfica, Troféu Ramón Carranza
Troféu Ramón Carranza, 1971.

sexta-feira, 26 de setembro de 2014

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Falta de Ar, de E. Ethelbert Miller

E. Ethelbert Miller, Medula, Poesia, Falta de Ar
Falta de Ar, de E. Ethelbert Miller
Medula, 2014

FALTA DE AR

Joelhos e memórias
é o que vai primeiro.
A dificuldade em andar
acompanhada pela incapacidade
de recordar. Caímos
e descobrimos a falta
de ar ou como a luz do sol
entra numa divisão só para ser
seduzida pelas sombras.

E. Ethelbert Miller
(tradução de manuel a. domingos)



A editora Medula prossegue a edição de obras de poesia que de outra forma dificilmente seriam publicadas. É um projecto arrojado e pessoalíssimo de manuel a. domingos.

E. Ethelbert Miller é poeta e activista literário. Reside em Washington D. C. (E.U.A.). É o director do Centro de Recursos Afro-Americanos da Universidade de Howard. É membro do Instituto de Estudos Políticos. É autor de várias colectâneas de poemas e de memórias.

Em Portugal teve poemas seus publicados na Revista Literária Sítio. Falta de Ar será o seu primeiro livro publicado em Portugal, e tem uma particularidade: é inédito também nos Estados Unidos da América, pois foi composto propositadamente para a editora Medula.

A tradução de Falta de Ar esteve a cargo de manuel a. domingos. É uma edição bilingue, com uma tiragem única de 100 exemplares. Caso estejam interessados, devem efectuar o vosso pedido, indicando a morada, para o e-mail: medulalivros@gmail.com. O preço é de 8€ (portes de envio incluídos para o território nacional).

Ngũgĩ wa Thiong'o - favorito para ganhar o Prémio Nobel de Literatura 2014?

Ngũgĩ wa Thiong'o, Ngugi wa Thiong'o
Ngũgĩ wa Thiong'o


Uma corrida às apostas, com origem na Suécia, fez com que as probabilidades de Ngũgĩ wa Thiong'o ganhar o Prémio Nobel de Literatura aumentassem subitamente - pelo menos nas casas de apostas. Não seria a primeira vez que uma fuga de informação deixaria escapar o nome do vencedor. O mesmo aconteceu em 2008 quando Jean-Marie Gustave Le Clézio foi laureado.

Ngũgĩ wa Thiong'o é um escritor Queniano, e desde 2003, quando foi distinguido o Sul-Africano J. M. Coetzee, que o Prémio Nobel de Literatura não é atribuído a um autor do continente Africano. Em Portugal estão publicadas, mas há muito esgotadas, as obras Pétalas de Sangue, e Um Grão de Trigo, ambas na editora Edições 70.

Na corrida ao Prémio Nobel de Literatura 2014 entraram este ano 210 nomes; na frente, nas casas de apostas, vai Haruki Murakami, como vem sendo hábito nos últimos anos; a Academia Sueca estará por estes dias, a chegar a um nome. Fossem os fãs a decidir, e Bob Dylan estaria uma vez mais na corrida.

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Parecer Jurídico da Assembleia da República sobre a atribuição do subsídio de reintegração ao então deputado Pedro Passos Coelho

Pedro Passos Coelho, Subsídio de Reintegração, Regime de Exclusividade, Tecnoforma
(Cliquem na imagem para Ampliar)

Imagem: primeira página do parecer jurídico da Assembleia da República, assinado por Henrique Pereira Teotónio, em 23 de Maio de 2000, sobre a atribuição do subsídio de reintegração ao então deputado Pedro Passos Coelho. O documento de cinco páginas está disponível na íntegra no Expresso Diário. (via Da Literatura).


Adenda: Declaração, assinada por Pedro Passos Coelho, de que estava em regime de exclusividade.

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas, de José Saramago

Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas, de José Saramago
Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas
de José Saramgo
(Cliquem na imagem para Ampliar)
Se José Saramago não tivesse morrido, Alabardas, Alabardas, Espingardas, Espingardas poderia ter sido o seu próximo livro; infelizmente não foi, e tudo que nos deixou foram 30 páginas, que estão agora à venda.

Parece que porque José Saramago quereria que as edições Portuguesa e Espanhola fossem graficamente semelhantes, nos livrámos das capas horríveis que a Porto Editora decidiu dar às capas da obra de Saramago.

Quem quiser comprar que se despache antes que mudem de ideias, e peçam a algum famoso que nos brinde com a sua horrível caligrafia.

A sessão de lançamento será no próximo dia 02 de Outubro de 2014, na Sala Garrett do Teatro Nacional D. Maria II, com a participação do professor António Sampaio da Nóvoa, do juiz Baltasar Garzón e do escritor Roberto Saviano. A sessão será moderada pela jornalista Anabela Mota Ribeiro e serão projectadas as ilustrações de Günter Grass que integram o livro.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Ladbrokes: 2014 Nobel Prize in Literature

Nobel Prize Medal, Medalha Prémio Nobel
Frente de todas as medalhas dos Prémios Nobel
Já não é segredo para ninguém que o nome do vencedor do Prémio Nobel da Literatura tem saído de um dos nomes mais prováveis da casa de apostas Ladbrokes.

Se os palpites desta casa de aposta se revelarem certeiros uma vez mais, então o nome do vencedor provavelmente está entre os seguintes nomes: Haruki Murakami, Ngugi Wa Thiog'o, Assia Djebar, Svetlana Aleksijevitj, Joyce Carol Oates, Jon Fosse, Adonis, Milan Kundera, Philip Roth, Peter Nadas.

Na lista, que vai aumentando, por enquanto consta apenas um nome de uma autor lusófono; António Lobo Antunes, uma vez mais.

(Lista completa da Ladbrokes)

Prémio Nobel da Literatura 2014 - Quem arrisca o nome do Vencedor?

Literature Nobel Prize Medal, Medalha de Prémio Nobel de Literatura
Verso da Medalha do Prémio Nobel de Literatura
Quem sucederá a Alice Munro? Se a tradição se mantiver, o Prémio Nobel da Literatura 2014 será anunciado na Quint-Feira, 10 de Outubro de 2014. Por minha vontade ganharia um Português ou um Brasileiro - ou um outro autor lusófono, embora eu não esteja a ver quem possa ser candidato - infelizmente, João Ubaldo Ribeiro já não poderá ganhar este Prémio - e eu gostaria tanto que tivesse ganho.

Não ganhando um autor lusófono, troço para que o laureado seja o Americano Michael Cunningham. Arriscam uma aposta?

Desemprego Real vs. Desemprego Camuflado

Desemprego, Desemprego Real, Desempregados Ocupados
(fonte)

A ler:


domingo, 14 de setembro de 2014

É um rodopio neste Novo Banco...

Banco Espírito Santo, Novo Banco, Borboletas
(fonte)
...depois de Vítor Bento, é a vez de Eduardo Stock da Cunha (a sério, digam-me se não há nomes que estão mesmo a calhar!). Apesar de o Novo Banco, dizem, estar parado, é já o segundo que se vai sentar nele. Entretanto, é ver as borboletas, quer dizer, as notas a voar, a voar (digam lá se o novo símbolo não foi bem escolhido, uma borboleta, e ainda por cima verde, que, como os leitores do Tio Patinhas sabem, é a cor do dinheiro; enfim Metralhas já tínhamos, como se agora se vê por aí, nos cartazes - suponho que os trabalhadores do Novo Banco sejam o Pato Donald e os três sobrinhos, que, como sabe quem leu o Tio Patinhas, eram quem ficava sempre a arder - que dizer, sem receber; isto há que traduzir tudo por miúdos porque, enfim, os contribuintes ainda acreditam em contos de fadas). Ao contrário da maioria dos contos de fadas, este não vai acabar nada bem. Resta-me recomendar-vos a leitura do livro de contos Histórias que Acabam Mal, de Géza Csáth, traduzido para Português com o título de um dos contos, O Matricídio; sim, suponho que gente que seria capaz de vender a própria mãe, também seria capaz de a matar - e não está, definitivamente, nada importada com o vosso bem-estar.

Lúcio Peixe. Viagens. Os Idiotas.

Oficialmente, saiu a 13 de Setembro de 2013, há um ano e um dia. Porque me lembrei disso agora? Ora, lembrei-me. Estava em França quando me chegou o meu exemplar de «Os Idiotas», de Rui Ângelo Araújo, chegou dia 12 de Setembro; seguiu comigo para a Suíça, onde fomos de TGV, voltou comigo para França, Neuchâtel-Paris, voou comigo para Portugal, Paris-Lisboa, um mês e pouco depois. Não é apenas a narrativa de Os Idiotas que é viajada. O Lúcio Peixe não vos direi se, com tantos países que a obra corre, chegará a algum lado, sem sair do mesmo sítio; eu, saindo ou não saindo, bem se vê que nunca chegarei a lado nenhum. Mas quem é que disse que há algum lugar aonde devemos chegar? Lá chegaremos. O pior é ter que aturar os idiotas. Parabéns pelo aniversário, Lúcio Peixe.

Adenda: os idiotas e incompetentes. Colocação de professores por sorteio?

sábado, 13 de setembro de 2014

Caçador de Borboletas. Novo Banco. Contos de Fadas. História Velha.

Vladimir Nabokov, Borboletas, Philippe Halsman, Montreux, Switzerland
Vladimir Nabokov caçando borboletas,
fotografado por Philippe Halsman
em Montreux, Switzerland
É evidente que o Novo Banco não vale o dinheiro que o Estado lá colocou e que, por muita publicidade que todos os dias faça, a sua marca não tem qualquer valor num sector altamente competitivo. Por isso, ninguém sabe o que fazer. Se o mesmo fosse vendido hoje, será por tuta e meia, ficando o Estado a arder com a maior parte do dinheiro que lá colocou. Se for vendido mais tarde, corre o risco de ainda valer menos, saltando o Estado de administração em administração, deixando arrastar as coisas numa penosa decadência. Em qualquer dos casos serão sempre os contribuintes a pagar a factura. Na verdade, a solução Banco Bom-Banco Mau vale tanto como a história do Lobo Mau e do Capuchinho Vermelho, só servindo para adormecer as criancinhas. O problema é que os investidores não são criancinhas para acreditar piamente na pureza do Bom, agora que o que era Mau foi expulso. Por isso os resultados estão à vista. Pena é que haja tanta gente que prefere continuar a acreditar em contos de fadas, em lugar de ver a dura realidade à sua frente.

Luís Menezes Leitão, Novo banco, história velha; post completo no blog Delito de Opinião.

Os 100 livros Preferidos dos Utilizadores do facebook...

O Retiro dos Escritores
(Cliquem para Ampliar)
A propósito de listas de livros - dois investigadores, Lada Adamic and Pinkesh Patel, andaram a investigar, ou vasculhar, como preferirem, a cadeia de respostas no facebook sobre os 10 livros de que gostamos, ou nos marcaram; recolheram respostas de 130.000 utilizadores do facebook (quase que apostava que esta amostra é de utilizadores anglófonos, mas nada é dito a esse respeito), e chegaram a uma lista que supostamente é a lista dos 100 livros preferidos dos utilizadores desta rede social (seriam as respostas as mesmas, se as pessoas soubessem que estavam a ser investigadas?), que o jornal The Telegraph divulgou. Abaixo apresento a lista, traduzida para português nos casos em que as obras estão editadas em Português (duas ou três apenas se encontram traduzidas no Brasil); a negrito aquelas que li (27/100); quantas é que leram?

  1. Harry Potter (série), de J. K. Rowling
  2. Por Favor Não Matem a Cotovia, Harper Lee
  3. O Senhor dos Anéis (trilogia), J. R. R. Tolkien
  4. O Hobbit, J. R. R. Tolkien
  5. Orgulho e Preconceito, Jane Austen
  6. Bíblia
  7. À Boleia pela Galáxia, Douglas Adams
  8. Os Jogos da Fome (trilogia), Suzanne Collins
  9. À Espera no Centeio, J. D. Salinger
  10. As Crónicas de Nárnia (série), C. S. Lewis

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Desafio dos 10 Livros...

Bed of Books, Books, Livros, Cama de Livros
O meu amigo João Roque desafiou-me (no facebook) para um jogo literário - há muito que me deixei destes jogos e corrente, mas como se trata de livros, e como é para dar resposta a um desafio do João, aqui deixo a minha resposta (e também no facebook). É a segunda vez que o João me desafia para um jogo do género, e de cada vez que me desafiam a indicar 10 livros a propósito de qualquer coisa, eles vão mudando consoante a disposição do momento. 10 livros são, realmente, muito poucos, para que possam caber todos os livros que de alguma forma gostei; enfim, aqui fica a lista de hoje, deste preciso momento (abaixo deixo link para outras listas de 10 livros que fiz; sempre dá para comparar):

 Outras listas de 10 Livros:

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

Saltimbancos*

Saltimbancos
(...) Para os defensores do senhor Costa, o senhor Seguro é burro, um canalha sem vergonha, manhoso, rufia pimpão (gostei desta), mesquinho, frio, populista…
Os groupies do senhor Seguro acham mais ou menos o mesmo do senhor Costa, com a terrível agravante de que durante o debate o senhor Costa "transpirou".
E agora diga-me você, se ainda está a ler, que espectáculo é este? É nas mãos de "líderes" de tal quilate, ou do dos que agora nos governam, ou que antes deles rapinaram e rebaixaram este desgraçado chão, que devemos entregar o nosso destino, o fruto do nosso trabalho e os nossos sonhos?
Você ainda lhes ouve o paleio? Interessa-se pelo dizem? Será que a sua inocência vai tão longe que de um, do doutro, ou de um terceiro, espera governação decente, contas certas, esperanças de um futuro digno?

*Os nossos escritores dilectos têm este dom; o dom de transformar em palavras aquilo que pensamos de forma indizível. Post de J. Rentes de Carvalho, Saltimbancos, completo no blog Tempo Contado, o melhor blog em Português.

Post-Scriptum: Ou como diz o Carlos Azevedo, Cérebros em Hibernação - o Carlos, ao contrário de mim, é um optimista: têm cérebro?

Morreu António Garrido, Apitador do Luso Futebol

António Garrido, Apito Dourado
António Garrido, Apitador.
Morreu António Garrido. Pim. Pu. Neta.. Podia deixar aqui um link de um qualquer site ou blog de um benfiquista, mas tem mais piada deixar um link para um fórum sportinguista, sempre dá um ar de isenção. Foi apitador, e após pendurar as chuteiras dessa nobre profissão que dizia exercer, a de árbitro de futebol, transitou para a estrutura portista - ser apitador não é uma vocação, uma profissão, ou uma actividade que permita o alimento e conforto, é um carácter - ou uma falta dele. Pior gente que os apitadores, só os jornaleiros que hoje em dia invadiram a profissão outrora denominada como jornalismo. É tudo gente de consciência limpa, e alma lavada; a consciência não a usam, está como nova; a alma lavam-na lá nas suas igrejas. Que vá apitar para o inferno - obviamente com um Apito Dourado.

O "Regresso" de Hercule Poirot: Os Crimes do Monograma, por Sophie Hannah

Regresso de Hercule Poirot Os Crimes do Monograma Agatha Christie Sophie Hannah
Foi publicado ontem, dia 09 de Setembro de 2014, simultaneamente em 33 país (Portugal incluído) o "novo" romance com Hercule Poirot como personagem principal, Os Crimes do Monograma, 39 anos após a última aparição numa colectânea de contos, Poirot’s Early Cases (publicado em Portugal com o título Ninho de Vespas). Claro que, tendo lido praticamente toda a obra de Agatha Christie (e são quase 100 obras), tenho curiosidade em saber o que é que saiu daqui, desta ultrajante venda - o romance foi escrito por Sophie Hannah (há um ano havia dado conta, aqui, de que estava a ser escrita esta obra), com a autorização dos herdeiros de Agatha Christie - aquele (r) de marca registada no nome da autora é já por si um ultraje: sim, sou contra esta utilização do nome e das personagens de outros autores - veja-se a capa do livro; à primeira vista, quem não olhe atentamente, corre o risco de pensar que é uma obra de Agatha Christe!

Não sei dos méritos ou deméritos da obra em si - sei que a obra, antes de mais, nem sequer devia existir; pelo menos nestes termos; é tudo.

Sinopse:

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Pedro Passos Coelho, o «Objecto Político Não Identificado»



Objecto Político Não Identificado soa bem - mas é tudo o que Pedro Passos Coelho não é; é um objecto político muito bem identificado - é o objecto político típico; fala, fala, fala, e não diz nada - e quando diz, mente. É o que temos - continuo, contudo, a julgar que está bem para quem o elegeu - quem vota neste vácuos, merece viver neles - um povo que produz aves como esta, deve levar com elas à refeição até à náusea. Comer e calar, é do que gosta quem elege estas nulas nulidades.

domingo, 7 de setembro de 2014

Jumper Potato

Jumper Potato, Game, Android
Clique na Imagem para ir para a página do jogo no Google Play

O Jorge Matias, além de programar robots, também desenvolve jogos (só ainda estão disponíveis para Android, mas brevemente estarão disponíveis também para o sistema da Apple). Se tiverem um dispositivo móvel compatível, façam download, e deixem-se viciar - nos momentos em que não vos apetece fazer mais nada. Este é um daqueles jogos bastante simples - quase um teste - enquanto outros jogos mais estruturados estão a ser desenvolvidos. O jogo é grátis, portanto fazer o download e partilhar com os vosso amigos, colegas, e conhecidos, é apenas uma forma de dar motivação. Obrigado.

sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Montedor junta-se à família...

Obra Completa Rentes de Carvalho Montedor
Montedor,
de J. Rentes de Carvalho,
junto aos outros 10 do autor.
Já chegou à minha casa o 11.º livro da obra (in)completa de J. Rentes de Carvalho na Quetzal. Agora tenho que decidir que livro vou retirar da estante, para dar entrada a Montedor. Se ainda não têm um exemplar, podem ler aqui as primeiras páginas. Na livraria ainda peguei num exemplar de Ernestina com a capa nova. Ao vivo ainda é mais fabulosa que vista num ecrã de computador, mas não há patacas. Bom, agora, se não se importam, vou deixar-vos a contemplar esta pequena parcela das minhas estantes, e vou-me a ler as 166 páginas de Montedor.

P.S. - Na livraria tive que pedir; estavam-me quase a dizer que ainda não tinha chegado, pois pensavam que ainda não era hoje a data de venda ao público... Eu logo me adiantei, dizendo que era hoje a data de saída... Hão-de arranjar muitos amigos com estas tretas do marketing...

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Os Tubarões - ou, os Ricos cada vez mais Ricos; os Pobres cada vez mais pobres...

(Fonte)
Não é que eu tenha pena de clubes de futebol - não tenho. Mas, quando olho para os «orçamentos» constato que também os clubes de futebol são um reflexo do que se passa no mundo: os ricos cada vez mais ricos; os pobres cada vez mais pobres - quanto mais ricos, mais depressa enriquecem; quanto mais pobres, mais depressa empobrecem - pelo meio da tabela uns que se agarram com unhas e dentes, tentando não escorregar - mas o clube dos ricos cada vez mais ricos, à medida que a riqueza aumenta, vai diminuindo o seu número; só os pobres não páram de aumentar. no futebol como na vida.

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Charlie and the Chocolate Factory - Roald Dahl

Charlie and the Chocolate Factory, Roald Dahl


A julgar pelo barulho dos pudicos - ai coitadas das criancinhas, podem aprender a disparar armas, podem passar fome, podem morrer aos milhares com as bombas vendidas pelo ocidente (?), só não podem ver uma capa ousada nas capinhas dos livrinhos - esta capa é já um clássico; eu se tivesse umas libras para gastar, comprava um exemplar. Destinado a Crianças, disse Ela, Margaret Talbot.

Jura? BES, A Grande Fraude...

BES, Fraude, Crime
Via Da Literatura


É absolutamente impossível fazer em 24 horas uma operação de cisão de um banco.

Entrevista (quase) completa no blog Da Literatura: Isto Não Vai Acabar Bem.


Ainda haverá algum idiota que pense (pensará, nesse caso?) que tudo isto não passa de uma fraude de proporções bíblicas - ou, na linguagem deste governo de gatunos (acolitado pelo presidente do fanico), de proporções colossais - quer dizer, isto é um desvio colossal - como sabem, quando se roubam tostões, para comer, é crime; quando se roubam milhões, é desvio: fica-se quanto muito obrigado a permanecer no país, sujeito a apanhar meia dúzia de anos de pena suspensa, quando não prescreve.

Em nome do Pai, do Filho, e do Bom e do Mau. Ámen. E ficamos todos a ver borboletas...

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Ilha de Metarica - memórias da guerra colonial, de João Carlos Roque

Ilha de Metarica memórias da guerra colonial João Carlos Roque
Ilha de Metarica
memórias da guerra colonial
João Carlos Roque
Sobre o Livro: As memórias francas, por vezes imensamente divertidas, por vezes brutalmente chocantes, do percurso militar de um capitão miliciano do Exército Português, enviado para a Guerra Colonial na Guiné e em Moçambique, onde se cruzou com Spínola, Kaúlza de Arriaga e outros homens e mulheres que o marcaram para o resto da sua vida.

Tive tempo, muito tempo mesmo, enquanto estive em África, principalmente na Ilha de Metarica, durante as horas mortas no aquartelamento, ou nas operações de dias e dias pela mata, para pensar na minha vida e nos meus problemas, e cheguei à conclusão que era necessário relativizá-los, por muito grandes que eles me parecessem, perante a gravidade de certas situações com que me deparei na guerra. Não quis definir metas para a minha vida para quando regressasse a Portugal, mas tinha a certeza de que voltaria um “homem” novo e em variados aspetos – humano, social, político e principalmente sexual - foi ali, em África, que cheguei finalmente à conclusão de que, apesar da minha orientação sexual não ser a mais comum, eu era um homem normal. - João Carlos Roque.

O João Carlos Roque foi partilhando ao longo dos anos (que são bastantes) que escreve na blogosfera as suas memórias do período em que participou na guerra colonial; esteve em Moçambique, em Metarica. Desafiado a organizar estas suas memórias, reescreveu, ampliou, deu-lhe o formato de um pequeno livro. O livro encontra-se à venda desde 17 de Julho de 2014. Podem adquiri-lo, em formato electrónico, pelo preço simbólico de 1€. Também podem adquirir um exemplar impresso, através do sistema print on demand, na amazon.

Sobre o Autor: João Carlos Roque nasceu na Covilhã, em 1946. Fez o curso dos liceus na Covilhã e em Castelo Branco, e estudou Economia no ISCEF, em Lisboa. Foi incorporado no Exército em 1971, tendo feito comissão de serviço na Guiné e em Moçambique durante a Guerra do Ultramar. Passou à disponibilidade em 1975. Foi docente em Serpa, Covilhã e Mafra, diretor comercial e gerente de uma empresa têxtil, e colaborador do jornal Semanário e do Círculo de Leitores. Escreve regularmente no seu blogue "whynotnow", sendo Ilha de Metarica: Memórias da Guerra Colonial o primeiro livro que publica.

Opiniões sobre Ilha de Metarica: a última companhia, no blog um voo cego a nada; opinião no blog 00:15; opinião no blog mas tu és tudo e tivesse eu casa tu passarias à minha porta; notícia no site dezanove; o livro no goodreads.