quarta-feira, 10 de setembro de 2014

O "Regresso" de Hercule Poirot: Os Crimes do Monograma, por Sophie Hannah

Regresso de Hercule Poirot Os Crimes do Monograma Agatha Christie Sophie Hannah
Foi publicado ontem, dia 09 de Setembro de 2014, simultaneamente em 33 país (Portugal incluído) o "novo" romance com Hercule Poirot como personagem principal, Os Crimes do Monograma, 39 anos após a última aparição numa colectânea de contos, Poirot’s Early Cases (publicado em Portugal com o título Ninho de Vespas). Claro que, tendo lido praticamente toda a obra de Agatha Christie (e são quase 100 obras), tenho curiosidade em saber o que é que saiu daqui, desta ultrajante venda - o romance foi escrito por Sophie Hannah (há um ano havia dado conta, aqui, de que estava a ser escrita esta obra), com a autorização dos herdeiros de Agatha Christie - aquele (r) de marca registada no nome da autora é já por si um ultraje: sim, sou contra esta utilização do nome e das personagens de outros autores - veja-se a capa do livro; à primeira vista, quem não olhe atentamente, corre o risco de pensar que é uma obra de Agatha Christe!

Não sei dos méritos ou deméritos da obra em si - sei que a obra, antes de mais, nem sequer devia existir; pelo menos nestes termos; é tudo.

Sinopse:



Sentado no seu café preferido, Hercule Poirot prepara-se para mais um jantar de quinta-feira quando é surpreendido por uma jovem mulher. Ela chama-se Jennie e diz estar prestes a ser assassinada. Mais insólita do que esta afirmação é a sua súplica para que Poirot não investigue o crime. A sua morte é merecida, afirma Jennie, antes de desaparecer noite dentro, deixando o detective perplexo e ansioso por mais informação. Perto dali, o elegante Hotel Bloxham é palco de três assassinatos. Os crimes têm várias semelhanças entre si: os três corpos estão dispostos em linha reta com os braços junto ao corpo e as palmas das mãos viradas para baixo. E dentro das bocas das vítimas, encontra-se o mais macabro dos pormenores: um botão de punho com o monograma PIJ. Poirot junta-se ao seu amigo Catchpool, detetive da Scotland Yard, na investigação deste estranho caso. Serão os crimes do monograma obra do mesmo assassino? E poderão de alguma forma estar relacionados com a fugidia Jennie que, por uma razão indecifrável, não abandona os pensamentos do detetive belga? Hercule Poirot está de regresso num mistério diabólico que vai testar ao limite as suas célebre celulazinhas cinzentas. (fonte)


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