segunda-feira, 11 de agosto de 2014

A Moralidade da Desonestidade

Caixa Geral de Depósitos, Roubo, Assalto, Banco
Caixa Geral de Depósitos
Dê a uma Pessoa uma Arma e ela pode roubar um Banco;
Dê a uma Pessoa um Banco e ela pode roubar toda a Gente.


Podia dizer-vos para irem ler o post A Moralidade da Desonestidade, no blog Um Jeito Manso. É um post com um texto conhecido; mas vale sempre a pena (se a conta não é pequena), para entendermos em poucas e simples palavras a roubalheira que são os bancos. Podia estar aqui a falar do BES (o único conselho que posso dar é: guardem o dinheiro em casa, de preferência em ouro; ou diamantes; ou mercadorias do género); porém falo da Caixa Geral de Depósitos, que é o único banco (em Portugal) onde alguma vez tive conta. Para dizer que é um escândalo os valores que cobram por comissões; impostos do selo; anuidades; whatever; é uma festa, é decidir, e pronto. Imaginem que têm uma empresa; que têm uma carteira de clientes; e que podem decidir quanto é que cobram aos vossos clientes, por semana, mês, ou ano, simplesmente porque... são vossos clientes! É pelo privilégio de ter lá uma continha aberta. Caixa Geral de Depósitos, para mim, é sinónimo de Assalto, Roubo, Descaramento. Nem vale a pena ir mandá-los roubar a p#t@ que os pariu - porque vão mesmo.

2 comentários :

  1. Mas, ainda assim, André, tomara que nunca ponham a CGD na mão dos Espíritos desta vida...

    Um abraço.

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    Respostas
    1. Já lá há muitos Espíritos no Conselho de Administração... Abraço.

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