quarta-feira, 30 de abril de 2014

Vasco Graça Moura (1942-2014)

Vasco Graça Moura
Vasco Graça Moura - fotografia de Nuno Ferreira Santos/Público
(Foz do Douro, Portugal, 3 de Janeiro de 1942 - Lisboa, Portugal, 27 de Abril de 2014)

Os poemas que li de Vasco Graça Moura, bem como os romances que folheei em livrarias, nunca me despertaram interesse; parece-me mais interessante o trabalho enquanto tradutor: os Sonetos, de William Shakespeare, Rerum Vulgarium Fragmenta, de Petrarca, Fedra, Andromaca, e Berenice, de Jean Racine, O Misantropo, de Moliére, ou A Divina Comédia, de Dante Alighieri, entre outras. Comprei, para oferecer, algumas antologias organizadas por Graça Moura. Das traduções, gostaria de comprar O Misantropo, e A Divina Comédia - mas pelo facto de ter outras traduções mais antigas, nunca foram uma prioridade. Um dias destes, se ou quando sobrarem uns trocos, talvez compre os Sonetos de William Shakespeare - mas tendo em conta que me faltam outras obras mais urgentes do Bardo... Quanto a questões políticas, exceptuando a posição quanto ao "Acordo Ortográfico" (que nem sequer devia, nunca, ser uma questão política), sempre tive posições mais ou menos opostas. Até Sempre.

Post-Scriptum: Acho lamentável o eufemismo "doença prolongada" (e outros semelhantes) de muitos jornalistas; em Portugal a "doença prolongada" mata mais que a "apoplexia" nos romances de Eça de Queiroz.

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