sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Américo Rodrigues

Américo Rodrigues, Teatro Municipal da Guarda, Director

Fui demitido do cargo de director artístico do Teatro Municipal da Guarda pelo actual presidente da Câmara Municipal da Guarda, Álvaro Amaro. O pretexto para a demissão, feita por telefone, foi a convocatória que fiz para uma conferência de imprensa onde tencionava esclarecer um processo de contratação artística (que o autarca publicamente colocou em causa com considerações impróprias e ofensivas). Tanto a convocação de conferências como a representação da Culturguarda são tarefas que me estão distribuídas em contrato. Achei também que devia defender a honra dos profissionais do TMG e a imagem da Culturguarda.
Estive no TMG quase nove e ele corresponde a um "sonho" de vários anos. Vou embora com a consciência tranquila de que fiz o melhor que sabia e podia, de forma a que o TMG fosse uma referência nacional.
Obrigado a todos os que colaboraram comigo e com o TMG nestes últimos anos.


No país do beija-mão, do sim-senhor-doutor, dos lambe-botas, da subserviência, dos curva-espinhas, dos tiranos-tiraninhas-tiranetes, neste enorme (mas pequenino), fedorento, mal-cheiroso, e pestilento país-cloaca, nada me surpreende. Enoja-me, porque é enjoativo. Esta gentinha, que nem gentinha é, esta gentalha, era metê-la a toda em fila indiana. Uma bala talvez não bastasse, que a fila seria longa, mas sempre se havia de poupar alguma coisa. De qualquer modo, o país tem o que merece. Infelizmente (repito: infelizmente) é quem se indigna que está a mais.

O início do fim do Teatro Municipal da Guarda; Director do TMG demitido; O Afastamento de Américo Rodrigues; O retrocesso ao caciquismo: Américo Rodrigues demitido do lugar de Director do Teatro Municipal da Guarda; A destruição do OVNI; Cultura, Guarda e Humilhação; (De)Missão TMG; A Guarda. O TMG. O Povo.

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