sábado, 5 de outubro de 2013

Primeiras Edições Fac-Similadas: 500 anos da Biblioteca da Universidade de Coimbra

Colecção Primeiras Edições Fac-Similadas, 500 Anos da Biblioteca da Universidade de Coimbra, Público, Livros, Autores

Colecção Primeiras Edições Fac-similadas. À venda com o Público, um pasquim que já foi jornal, mas que, ainda assim, de quando em quando, continua a ter boas iniciativas. São 16 títulos os escolhidos para integrar esta colecção, que fica por 91,20€ (mais o preço do jornal); a colecção pretende celebrar os 500 anos da Biblioteca da Universidade de Coimbra (a minha alma mater). A colecção começa no próximo dia 8 de Outubro, com a inevitável primeira edição de "Os Lusíadas", 1572, de Luiz Vaz de Camões. Este primeiro livro tem um custo reduzido em relação aos restantes, custando "apenas" 1,95€ (mais o preço do jornal). "Apenas" que nos tempos que correm tudo é caro - e não haver dinheiro, sequer, para uma pequena preciosidade assim, é uma dor d' alma. 

Os restantes título, como curiosidade, para quem esteja interessado, e não tenha outras contas para pagar, custam 5,95€ (mais o preço do jornal), e são: História do Futuro, 1718, do Padre António Vieira; Mau Tempo no Canal, 1944, de Vitorino Nemésio; O Crime do Padre Amaro, 1876, de Eça de Queiroz [dia 29 de Outubro. Não sei como vou fazer, até porque de momento não estou em Portugal, mas tenho que ter este, ai se tenho...], Portugal na Balança da Europa, 1830, de Almeida Garrett; Esteiros, 1941, Soeiro Pereira Gomes; Nome de Guerra, 1938, de José de Almada Negreiros; A Confissão de Lúcio, 1914, de Mário de Sá-Carneiro [Ai ai]; Portugal Pequenino, 1930, de Maria Angelina e Raul Brandão; As Praias de Portugal, 1876, de Ramalho Ortigão; Fado, 1941, de José Régio [*suspiro*]; , 1892, de António Nobre; Contarelos, 1942 de Irene Lisboa (com ilustrações de Ilda Moreira); Grandes Aventuras de um Pequeno Herói, 1946, de Natália Correia; Mensagem, 1934, de Fernando Pessoa [Está visto que tenho que ir mendigar para algum lugar]; Coração, Estômago, e Cabeça, 1862, de Camilo Castelo Branco [Já não tenho nem coração que aguente, nem estômago que suporte, nem cabeça entenda, esta merda de mundo].

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