quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Café Mondego: uma antologia, de Américo Rodrigues

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“Café Mondego” era um mítico café da Guarda. Foi também nome de um programa de rádio e de um blogue. Daniel Rocha fez uma criteriosa selecção dos mais importantes textos publicados naquele espaço de cidadania e literatura, que se transformou numa “referência” crítica da cidade da Guarda. Café Mondego: uma antologia é uma obra que pretende resgatar do esquecimento (ou da efemeridade) os mais valiosos textos publicadas no controverso blogue. O lançamento desta antologia terá lugar na Biblioteca Municipal Eduardo Lourenço, no próximo dia 20 de Setembro de 2013, pelas 18 horas. O livro será apresentado por José Manuel Mota da Romana, e haverá leituras por Vasco Queiroz e Antónia Terrinha. A edição do livro e organização do evento é da Bosq-íman:os.

"Américo Rodrigues criou na blogosfera um espaço de encontro preferencial para a opinião dos cidadãos da Guarda, participando e alimentando ele próprio com a sua visão crítica e irónica (sarcástica?) a discussão de assuntos da esfera pública até então (propositadamente?) esquecidos: os jogos de favorecimento político entre famílias poderosas, a promiscuidade no jornalismo, a fraca preparação de muitos dos autarcas do concelho, as poucas oportunidades que a cidade concede aos seus jovens, etc." (...) Américo Rodrigues, como homem de muitas palavras, trouxe também para o Café Mondego a sua vocação de autor (em vários campos) e uma visão de organização cultural e citadina (que se expande até ao adjectivo nacional) que merece ser tida em conta por todos aqueles que comandam os destinos políticos do território nacional. E é esta visão construtiva de uma cidade assente na cultura e na região que esta antologia pretende trazer ao leitor, pois o autor destes textos PENSA, tal como se quer que a cidade faça, de forma livre e desobrigada o futuro de todos nós."

Daniel António Neto Rocha, in "Nota Introdutória"

Biobibliografia do autor:


Licenciado em Língua e Cultura Portuguesa (ramo científico) pela Universidade da Beira Interior e Mestre em Ciências da Fala pela Universidade de Aveiro. Foi animador cultural na Casa de Cultura da Juventude da Guarda/FAOJ (desde 1979 até 1989) e na Câmara Municipal da Guarda (desde 1989), onde coordenou o Núcleo de Animação Cultural. É, actualmente, Director do Teatro Municipal da Guarda.
É autor de “Na nuca”(1982), ”Lá fora: o segredo” (1986) “A estreia de outro gesto” (1989), “Património de afectos” (1995), “Vir ao nascedoiro e outras histórias (1996), “Instante exacto” (1997), “Despertar do funâmbulo” (2002), “O mundo dos outros”(2000), ”Até o anjo é da Guarda” (2000),“Panfleto contra a Guarda” (2002), “Uma pedra na mão” (2002), “Obra completa – revista e aumentada” (2002), “Língua de trapo”, “O mal – a incrível estória do homem-macaco-português” (2003), “A tremenda importância do kazoo na evolução da consciência humana” (2003), “O capador Do Toito” (2003), ”Escatologia” (2003), “Os nomes da terra” (2003), “A fábrica de sais de rádio do Barracão (2005), “Aorta Tocante” (2005), “O céu da boca” (2008), “escrevo risco” (2009), “Cicatriz:ando” (2009), “Acidente Poético Fatal” (2011), "A casa incendiada" (2012), "O ponto cego" (2013), entre outras obras.
Foi coordenador dos cadernos de poesia “Aquilo”, do boletim/revista “Oppidana”, da revista cultural “Praça Velha” e da colecção de cadernos “O fio da memória”.
Foi colunista de vários jornais. Foi-lhe atribuído o Prémio Gazeta de Jornalismo Regional e o Prémio Nacional de Jornalismo Regional. Foi-lhe atribuída a Medalha de Mérito Cultural pelo Ministério da Cultura.

1 comentário :

  1. daqui deste lado, receba um abraço de alguem que o acompanha a vista , e admira pelo trabalho feito ao longo destes anos na nossa cidade
    por vezes , encontramos na vida caminhos com espinhos e temos de nos desviar
    se , temos de derrubar barreiras por vezes dificeis , é no fim dos obstaculos que encontramos a força e coragem que nos falta
    ha momentos nas nossas vidas, que temos dificuldade em entender o ser humano, mas o importante é termos a capacidade de resistencia, para continuarmos a luta naquilo que nos enche
    o senhor é um homem da cultura, nao vire as costas a esta causa
    tem consigo o conhecimento que nos faz falta, peço daqui que nao se deixe ir abaixo por este momento , e continue a dar do seu conhecimento as nossas gentes, que tem falta de cultura
    um povo sem cultura , torna-se fraco e facil de abater
    existe sempre alguem aquem isso interesa, mas o seu dever é de continuar este caminho, sem medo
    por vezes , somos obrigados a parar uns tempos o nosso ritmo, mas isso nao nos deve demover
    pelo contrario, deve servir para retomar as energias para estar com mais força
    o seu caminho nao acaba aqui, pois a guarda precisa de si
    nao pode ficar afastado , como agora alguns querem
    deve sim , resguardar-se e meditar por uns tempos e sobretudo passar a dedicar mais tempo a sua familia
    depois apareça um dia com mais força e energia


    um abraço daqui da suiça


    antonio vasco saraiva da silva

    - estou arrependido nao ter avançado a presidente da camara, comigo na presidencia isto nao acontecia !

    17/11/13

    vascosil@live.com.pt

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