segunda-feira, 9 de setembro de 2013

A verdade sobre o caso Harry Quebert, de Joël Dicker

A verdade sobre o caso Harry Quebert, Joël Dicker
A Verdade Sobre O Caso Harry Quebert
Edição: 2013
Editora: Alfaguara
Páginas: 664
Preço: 22,09€ [19,88€ - 10% desconto]
ISBN: 9789896721824












Quem matou Nola Kellergan? Nola Kellergan tinha 15 anos quando desapareceu, no dia 15 de Agosto de 1975; 33 anos depois o seu cadáver aparece no quintal do escritor Harry Quebert, professor de escrita criativa. Este diz-se inocente desde o primeiro instante. Marcus Goldan, também escritor, e seu ex-aluno, vai tentar provar a sua inocência. Ah!, Harry Quebert tinha tido uma paixão por Nola Kellergan... Joël Dicker é um «jovem político» e escritor Suíço - e o livro, dizem, é um policial ligeiro - mas há algum que não o seja? 


Desde que me lembro de ler que leio policiais por gula - não sei se será por isso, e sem querer menosprezar o género, que muito prezo, os policiais sempre me pareceram ligeiros. Joël Dicker, quando lhe perguntaram se teria a intensidade da trilogia Millenium de Stieg Larsson [tenho a edição em francês para ler], respondeu que estaria mais próximo de Vladimir Nabokov e Marguerite Duras. Ah, os escritores e a blague! Os críticos (?) comparam-no a Philip Roth, Jonathan Frazen, David Lynch ou Woody Allen. Ah, o marketing! 

Enfim, gosto de escritores (e de escritores que escrevem sobre escritores), gosto de Suíços, e gosto de policiais. Por falar em policiais, parece os detentores dos direitos de autor de Agatha Christie decidiram que era altura de Hercule Poirot, o detective Belga com o seu característico bigode, voltar ao activo. Para tal escolheram Sophie Hannah para escrever uma nova aventura do detective belga. Parece que não lhes basta que Agatha Christie continue a ser umas das escritoras mais vendidas no mundo - querem mais. Mesmo tendo em conta que Agatha Christie tinha feito cair o pano...

Um dia destes vou comprar o livro de Joël Dicker; talvez seja apenas mais um fenómeno do género Dan Brown, E. L. James, Stieg Larsson, ou Stephenie Meyer. Mas não é todos os dias que um escritor Suíço é um fenómeno mundial.

4 comentários :

  1. «(...) é um policial ligeiro - mas há algum que não o seja?»

    Então não há!? Um nome: Patricia Highsmith.
    Abraço.

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    1. Carlos, a pergunta é no sentido do que digo a seguir. Sempre «consumi» policiais por gula, dos mais aos menos ligeiros, e nesse sentido sempre foi um género ligeiro (para mim). Por exemplo, li os cinco livros da série Mr. Ripley em dois ou três dias, já não me recordo ao certo. O Diário de Edith li-o numa tarde... Abraço.

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  2. Uma das minhas irmãs já leu o livro e gostou.

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    1. Eu hei-de lê-lo... em Português ou Francês... e com um pouco de sorte, ainda consigo um autógrafo do autor... ;-)

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