sexta-feira, 19 de abril de 2013

José Saramago

José Saramago

Cavaco Silva, génio da banalidade, digníssimo rebento de uma rameira, «presidente de todos os Portugueses», Aníbal de nome próprio, corrupto e bandalho de apelido, esqueceu-se de José Saramago no seu discurso na Feira do Livro de Bogotá, na Colômbia. Surpreendente seria que o aleivoso ocupante do Palácio Nacional de Belém se tivesse lembrado. Entre os obstinados silêncios  e os pedantes discursos da abantesma figura, difícil é determinar o que é mais vão e inútil. Honre-se-lhe a coerência, entre a censura de um sub-secretário de estado de um governo seu e o presente esquecimento, Cavaco Silva nunca teve o «privilégio» de conhecer José Saramago. Facto absolutamente natural, se tivermos em conta a corja com que sempre se fez rodear. 

Adiante. Mais nojento que o esquecimento do único Nobel da Literatura da Língua Portuguesa por parte do senil presidente - o que muitas vezes me causa asco é a súbita reverência com que passaram a citar José Saramago certos idiotas que nunca o leram enquanto estava vivo.

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