quarta-feira, 6 de junho de 2012

O Vampiro de Curitiba. Dalton Trevisan. Amigos. Livros.

Dalton Trevisan, A Guerra Conjugal, Cemitério de Elefantes, Em Busca de Curitiba Perdida, O Vampiro de Curitiba

Bom amigo - perdoem-me a redundância - não seria amigo se não fosse bom amigo; mau amigo é coisa que não existe, como não existe falso amigo; amigo é sempre bom ou não o é - trouxe-me do Brasil as obras fotografadas, de Dalton Trevisan. Amigo é como anjo (tenho que me deixar destas metáforas proto-religiosas), aparece nas nossas vidas quando menos esperamos, vindo não sabemos de onde, e o único temor é o dia em que partirá, pois amigo também é como o clássico O Principezinho... Além dos fotografados também me chegaram Microcosmos, de Claudio Magris, A Casa dos Budas Ditosos, de João Ubaldo Ribeiro, e amor é prosa sexo é poesia, crónicas de Arnaldo Jabor.

Obrigado!

4 comentários :

  1. André, bons amigos!
    Li os últimos dois que referes, e digo-te que gostei imenso.
    Abraço.

    (a propósito do livro do Jabor, conheces esta canção [http://www.youtube.com/watch?v=v8-q4XiiS8U] da Rita Lee?)

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    Respostas
    1. Carlos, amigos, como disse, só podem ser bons, não existem outros... ;-)

      Estou a acabar A Casa dos Budas Ditosos...

      Sim, conheço a canção. Diz lá no livro que a letra foi inspirada numa crónica que faz parte do livro... mas ainda não li...

      Abraço

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