quarta-feira, 28 de março de 2012

Clube do Livro - Breves

Estante de Livros do Clube do Livro


Clube do Livro.


Um amigo meu, um dos meus amigos virtuais, virtual porque nunca o vi fisicamente, e o conheci por esta ordem: twitter - facebook, criou um Clube do Livro. Eu sempre gostei de clubes, tentei até criar alguns, talvez inspirado pelo Cebolinha - não era grande ideia, que menina não entra -, e sempre gostei ainda mais de livros. É «um clube onde se escolherá um livro por mês (aberto a sugestões dos participantes), que será lido e alegremente discutido por todos os participantes». Para começar, «dentro de dias será anunciado o primeiro livro do clube do livro, para ser lido durante o mês de abril . no final do mês de abril falaremos aqui sobre o livro . para a primeira obra terei a 'audácia' de ser eu a escolher, para lançar o jogo . a partir do primeiro mês, enviem-me as vossas sugestões e sugiro até que possamos votar os livros mais sugeridos para escolher o livro seguinte.» Eu cá considero que o mais importante era termos um cartãozinho de membro. Era sempre a primeira coisa em que pensava, quando pensava em criar um clube. Vá, não tenham receio - os papões estão todos guardados entre as folhas dos livros, devidamente arrumados em estantes - juntem-se ao clube.

Breves.


O Américo Rodrigues, que anda a comer a minha erva preferida*, deu-me como poeta. Veio-me à memória a frase de Mark Twain, the report of my death was an exaggeration. Não sei se é de a minha vida andar demasiado - ou nada, depende da perspectiva, como em tudo - poética, que não me sinto nada poeta. Ultimamente todos os versos que escrevo, deixo-os apenas escritos nos cantos recônditos do meu cérebro cansado. Sim, porque às vezes vou pelas ruas a fazer versos que ninguém lerá. Outras vezes tento que rimem as coisas, mas nada faz sentido, sei-o bem.

Longe.


Como talvez tenham notado, o blog anda quieto, muito quieto e sossegado. Ainda não me adaptei a este ritmo. Por outro lado, estar longe de Portugal - apesar da falta de algumas pessoas e de alguns lugares - é um bálsamo tão doce para o meu espírito... Inquietam-me muito as notícias que me chegam. Mas quando desligo a televisão, os sites dos jornais, o telemóvel com que falo com família e amigos, desligo-me (embora não totalmente) também da (ir)realidade desse país disfarçado de país. (Tento há dias entrar no Portal das Finanças, mas não consigo. Tenho que apresentar a Declaração do IRS durante o mês de Abril, até lá era bom que funcionasse. Ou mudaram de sítio outra vez para ver se ficam com o meu dinheiro? Gaspar, depois desta declaração de IRS, e após ver o meu dinheirinho depositado na conta, conta-me como um com as contas saldadas com esse país: não quero mais negócios com uma empresa tão mal gerida dirigida. Dirigida para o abismo.)
 

Mensagens / Comentários.


Agradeço todas as mensagens e comentários que me têm deixado, e que eu tenho deixado invariavelmente sem resposta. São 23h00 aqui, e eu já devia estar a dormir pelo menos há uma hora.  


*Meruges.


2 comentários :

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