sexta-feira, 25 de novembro de 2011

25 de Novembro



A vida humana é limitada, mas eu gostava de viver para sempre.

(Escreveu Yukio Mishima na nota deixada sobre a sua secretária, a 25 de Novembro de 1970, antes de sair de casa pela última vez. Depois suicidou-se, num ritual conhecido como seppuku. Antes ainda enviou o último volume da tetralogia O Mar da Fertilidade, A Ruína do Anjo, ao seu editor, e tentou um Golpe de Estado.)

8 comentários :

  1. Admiro muito os escritores japoneses, mas quase não li Mishima. Deixam-me surpreendida estas atitudes, mas admiro-as ao mesmo tempo...
    Conhece o Yasunari Kawabata? É fascinante!
    Abraço

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  2. Este comentário foi removido pelo autor.

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  3. Eu sugiro "Confissões de uma Máscara"! Quando o li (creio que foi a primeira edição portuguesa, da Assírio & Alvim, nos anos 80) achei-o fulminante. Emprestei o livro e fiquei sem ele. Depois houve uma reedição (já muitos anos depois) e a leitura já não soube como da primeira vez. Mas recomendo-o - muito - a quem nunca o leu!

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  4. MJ Falcão, Yasunari Kawabata não conheço tão bem quanto Yukio Mishima, mas também conheço; li «A Casa das Belas Adormecidas» e «Chá e Amor».

    Abraço.

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  5. Luís, Gosto tanto de todos os livros de Yukio Mishima que li, que me é difícil destacar um. Recomendo todas as obras de Yukio Mishima. Recomendo mesmo aquelas que ainda não tive possibilidade de ler, porque foi um escritor que nunca me desiludiu.

    Abraço.

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  6. Li vários, entre os quais o que o Luís recomenda.
    De Kawabata parece-me ter um "Caderno de Poesia" dele, ou estarei enganado?

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  7. pinguim, desconheço... De Kawabata conheço muito pouco. Abraço.

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  8. buenas, bem este post fez-me voltar atrás uns largos anos quando li kawabata em porto covo. e depois, deu-me o alzheimer e tive de andar a googlar resumos dos livros dele. Eu li o quioto e pela parca sensação que a sua história deixou, eu não o recomendaria para primeira obra do senhor.
    Ficou-me a impressão "caramba, sou mesmo ocidental, daqui a nada vomito se ler mais um quimono, um cinto de cetim ou uma flor de cerejeira que seja" e, nesse sentido, foi bom esse choque, o descobrir esses muros ocidentais que crescem em nós silenciosamente.
    :) um abraço andré e restantes convivas, obrigada por me permitirem esta pequena viagem literária. hei-de voltar a este espaço dos livros que não devíamos ter lido porque apercebo-me que começo a confundir as obras e isso é que não!! abraços

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